O momento único vivido pelo turismo baiano é também autêntico e reivindica o direito de formar aura especial pela robustez dos números e distribuição de rendas. Uma criteriosa análise qualitativa do cenário confirma o vigor de uma atividade capaz de acrescentar bem-estar na civilização baiana em plena transcendência.
Ao ultrapassar aos pares talentosos de praias e cachoeiras; trilhas e casarios; igrejas e candomblés, a economia se multiplica na sabedoria de preservar. Com faturamento recorde de R$ 4,7 bilhões no primeiro semestre e desempenho muito superior à média nacional, o setor é o invicto e iniludível campeão do Brasil.
Quem ensaia alguma nesga de dúvida, não consegue insistir, ao constatar a capacidade de investimentos, geração de empregos e impulso do desenvolvimento. Mas os avanços vão muito além do arcabouço turístico convencional, atualizando inovações em sintonia com outra superpotência baiana: a economia criativa.
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Da gastronomia ao audiovisual, da moda ao Carnaval, passando pelo patrimônio cultural, criatividade e identidade parem oportunidades, renda e negócios. Para efeito de compreensão provisória, pode-se dizer “setores complementares”, no entanto uma dinâmica dialética desdobra turismo e economia criativa.
A síntese por ora impossível de conter em vocábulo ainda por inventar sugere engrenagem estratégica para o crescimento da Bahia ao descortinar o novo horizonte. Para pensar esse cenário, o Grupo A TARDE promoveu o painel Turismo & Economia Criativa em Pauta, reunindo lideranças em um debate plural e construtivo.
O encontro integra iniciativas voltadas à discussão de pautas, reafirmando o compromisso com o livre-pensar, o diálogo e a busca de caminhos para o futuro. Ao longo de agosto, dedicamos ampla cobertura ao turismo em nossas diversas plataformas, na certeza de semear com informação a colheita de boas gestões. Encerramos esse ciclo na convicção do efeito saudável da arte de informar no sentido de conectar atores, estimular reflexões e dar visibilidade a temas decisivos para a sociedade.