O pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT), comparou a família Bolsonaro a Judas — um dos 12 apóstolos de Jesus que ficou conhecido por traí-lo, de acordo com a Bíblia —, durante discurso no Programa de Governo Participativo (PGP), realizado neste domingo, 19, em Teixeira de Freitas, no extremo-sul da Bahia.
Durante a fala, o ex-ministro da Casa Civil relembrou o novo tarifaço de 25% oficializado na última semana pelo governo dos Estados Unidos e criticou a iniciativa de Flávio e Eduardo Bolsonaro, que, segundo Rui, prejudica os interesses nacionais ao buscar apoio internacional para impor sanções ou dificuldades ao país.
“A família do ex-presidente mostra a sua cara quando vai pedir ao presidente de outro país para perseguir o nosso país. É o Judas traindo o nosso país e pedindo para castigar o povo, para ele tentar ganhar eleição maltratando o povo brasileiro”, afirmou o ex-governador da Bahia.
Melhoria nos indicadores econômicos
Apesar da atuação de opositores, Rui Costa ressaltou indicadores econômicos que, segundo ele, demonstram a recuperação do país e os avanços alcançados pelo governo Lula (PT) nos últimos anos.
Entre os resultados apresentados por Rui estiveram a menor taxa de desemprego da história, além da maior massa salarial já registrada.
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Valorização do Real
O ex-ministro da Casa Civil também destacou a valorização do real frente ao dólar. Em 2026, a moeda brasileira acumulou valorização de cerca de 10,7% em relação à moeda norte-americana, tornando-se a que mais se valorizou no mundo no período, resultado do fortalecimento da economia brasileira e da maior confiança dos investidores no país.
“O Brasil voltou a se conectar com o mundo. Isso beneficia toda a sociedade: o trabalhador, que conquista emprego e renda, e o empresário, que amplia mercados e pode exportar seus produtos”, afirmou.
Rui Costa projeta vantagem de 5 milhões de votos para Lula na Bahia
O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado pelo PT, Rui Costa, afirmou na última quarta-feira, 16, que a Bahia pode ampliar a vantagem obtida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial e alcançar uma diferença de cinco milhões de votos.
A declaração foi feita durante uma plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada no bairro de Cajazeiras, em Salvador.
“Se, em 2022, foram quatro milhões de votos de frente, escrevam: nós vamos dar, este ano, cinco milhões de votos de frente ao presidente Lula”, declarou