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Reajuste no gás de cozinha pode elevar preço do botijão em até R$ 10 na Bahia

O gás de cozinha ficou mais caro na Bahia a partir desta segunda-feira, 1, após um reajuste de 9,6% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) vendido às distribuidoras pela Refinaria de Mataripe. Segundo o Sindicato das Revendedoras de Gás de Cozinha (SindRevGás), o aumento deve ser repassado ao consumidor final e pode elevar o preço do botijão entre R$ 8 e R$ 10.

De acordo com o setor, o reajuste passa a valer de forma imediata e se soma a um aumento anterior que havia sido absorvido pelas revendedoras sem impacto direto para os consumidores.

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Reajuste chega às revendas

O presidente do SindRevGás, Robério Souza, explicou que a alta anunciada neste início de junho se soma a um reajuste ocorrido no mês passado.

“O aumento já passa a vigorar a partir de hoje. Ele chega praticamente de forma automática e tem um componente interessante nesse aumento, porque houve um aumento no dia 1º de maio que a rede de revendedores do estado da Bahia não repassou; a rede absorveu. Foi um aumento que ficou na casa dos R$ 3. Agora soma-se esse novo reajuste, que vai impactar os preços em aproximadamente R$ 8 a R$ 10, em relação aos preços anteriormente praticados.”

O que diz a Acelen

Em nota, a Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe, informou que houve reajuste no preço do GLP para as distribuidoras a partir deste 1º de junho.

De acordo com a empresa, os preços são definidos com base em critérios de mercado, levando em consideração fatores como o custo internacional do petróleo, a variação cambial e despesas com frete.

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A companhia destacou ainda que sua política de preços é transparente e segue critérios técnicos alinhados às práticas internacionais do setor.

Impacto no orçamento das famílias

O gás de cozinha é um dos itens essenciais no orçamento doméstico e qualquer reajuste costuma ser sentido rapidamente pelas famílias, especialmente entre os consumidores de menor renda.

Além das residências, o aumento também pode impactar pequenos negócios que dependem do GLP para suas atividades, como restaurantes, lanchonetes, padarias e empreendedores do setor de alimentação.

Com o novo reajuste, consumidores baianos devem encontrar o botijão mais caro nos próximos dias, dependendo da região e da política de preços adotada por cada revenda.



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