A perícia não conseguiu determinar qual munição matou o soldado da Rondesp Sul Maurício Dantas dos Santos, baleado durante uma operação no distrito de Couto, em Ilhéus, no sul da Bahia.
A informação consta no Laudo de Exame de Necrópsia assinado pelo perito médico-legal Mauro Pereira de Souza. Segundo o documento, houve inviabilidade técnica para identificar o projétil responsável pelas lesões que provocaram a morte do policial.
A tentativa de obter mais informações sobre o disparo incluiu exames de imagem. Durante os procedimentos realizados pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Ilhéus, o corpo do soldado foi levado ao Hospital Regional Costa do Cacau para uma avaliação por raio-X.
Mesmo com o exame complementar, os peritos não conseguiram recuperar o projétil nem estabelecer sua tipologia ou calibre.
Maurício foi atingido no dia 26 de julho, durante uma incursão de policiais da Rondesp Sul no distrito de Couto. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Regional Costa do Cacau, mas não resistiu aos ferimentos.
Com a ausência de uma identificação técnica da munição, a perícia não conseguiu estabelecer, a partir do projétil, a arma utilizada no disparo fatal. A dinâmica do confronto e a origem dos tiros continuam sendo investigadas no inquérito que apura a morte do policial.