O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, afirmou que não pretende utilizar a segurança da Polícia Federal durante a campanha eleitoral. A decisão foi divulgada neste domingo (19), pelas redes sociais.
Segundo o parlamentar, os agentes que seriam destinados à sua proteção deveriam ser direcionados para as investigações sobre descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.
“Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS”, escreveu.
Na publicação, Flávio relacionou a medida a informações de que a Polícia Federal enfrenta limitações de efetivo para analisar materiais de investigações em andamento sobre o caso.
O senador também citou o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após menções feitas em depoimentos que apontaram supostos pagamentos envolvendo o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
“Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar Lulinha foi a falta de efetivo, quero dar a minha contribuição”, afirmou.
Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS.
Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar lulinha – acusado de receber mensalinho do Careca do INSS – foi a falta de… pic.twitter.com/A0HCPympzA
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) July 19, 2026