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Filha de Flávia Alessandra revela transtorno que gera vontade de machucar a pele


Estresse e pressão psicológica são os fatores que desencadeiam o quadro de coçar a pele até se machucar

A filha de Flávia Alessandra, Giulia Costa, de 25 anos, foi diagnosticada com dermatilomania, um transtorno psiquiátrico caracterizado pela vontade de coçar ou machucar a própria pele, resultando em feridas e cicatrizes. A descoberta aconteceu após uma viagem internacional com a família.

Para a revista Quem, a jovem explicou que a doença é causada por estresse e pressão psicológica: “Controlar isso [o estresse] ainda estando num ambiente que gera estresse, eu acho que essa é a parte mais difícil. Minha psicóloga fala: ‘Giulia, eu faço um trabalho com você e você está num ambiente inteiro em que tem que remar contra a maré’. Então é muito difícil. Acho que isso também gera uma dificuldade a mais. Talvez por isso meu processo seja um pouco mais lento, mas nada é impossível. São passinhos, não é um passinho de formigão, não, são passinhos mesmo. Tudo é válido, cada conquista é válida”.

Veja as fotos

Reprodução Instagram Giulia Costa

Giulia CostaReprodução Instagram Giulia Costa

Reprodução: YouTube/Band

Atriz contou sobre o episódio no podcast FatalCast, transmitido no último dia 26Reprodução: YouTube/Band

Reprodução: Instagram/Giulia Costa

Giulia Costa está com 25 anosReprodução: Instagram/Giulia Costa

Reprodução: Redes Sociais

Giulia CostaReprodução: Redes Sociais

Foto/YouTube

Flávia Alessandra revela como explicou à filha o que era gozarFoto/YouTube


Ela curtiu o Carnaval na Sapucaí, Rio de Janeiro, e contou que conseguir ficar em um evento cheio foi sinônimo de conquista: “Eu fui no Baile da Arara na sexta de Carnaval e foi num lugar com o meu corpo mais de fora, sendo explorado, e para mim foi muito desafiador. Mas eu cumpri, fiquei feliz, pude estar lá. Recebi muitas mensagens gostosas de gente falando como é bom ver corpos mais normais sendo naturais, sendo representados. Então é bom quando a gente recebe esse retorno”.

“Não sou contra nada. Acho que a gente tem que se encontrar. Se quiser fazer procedimentos, as coisas estão aí para isso, as medicações — viva a ciência. A obesidade é uma doença. Mas acho que tudo tem que ser feito com consciência, com acompanhamento, com responsabilidade. Essa é a palavra”, concluiu a influenciadora.



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