No dia 27 de maio, o senador e pré-candidato a presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro (PL), esteve reunido com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e com o presidente do país, Donald Trump. Na pauta, estava o pedido para que o governo estadunidense classificasse facções criminosas no Brasil como organizações terroristas.
Um dia depois, o governo do presidente Trump atendeu ao pedido. No entanto, a repercussão no Brasil não foi a esperada pelo pré-candidato a presidente. A ideia era alavancar a pré-candidatura na corrida pelo Palácio do Planalto após queda decorrente da divulgação de áudios entre Flávio e Daniel Vorcaro.
Em pesquisa feita com 2 mil pessoas entre os dias 29 e 30 de maio, o instituto Real Time Big Data quis saber a opinião do eleitorado brasileiro sobre a atitude do senador.
Para se ter uma ideia, o encontro de Flávio com Trump dividiu a opinião das pessoas: 29% consideraram o encontro positivo e outros 29% acharam positivo. A maioria, formada por 42%, ficou neutra.
Veja o gráfico:

Os dados integram a pesquisa de intenção de votos divulgada nesta segunda-feira (1º) pelo Real Time Big Data.