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Clínicas de bronzeamento são interditadas por irregularidades em Salvador

Uma operação conjunta da Polícia Civil da Bahia, Vigilância Sanitária Municipal (VISA) e Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SEDUR) fiscalizou, nesta quinta-feira, 6, oito clínicas de bronzeamento artificial em Salvador. A ação teve como foco identificar o uso irregular de equipamentos proibidos para fins estéticos no Brasil.

As equipes realizaram inspeções em estabelecimentos localizados nos bairros da Pituba, São Marcos, Boca do Rio, Pernambués, Brotas e Pau da Lima. Durante as vistorias, foram encontrados aparelhos emissores de radiação ultravioleta (UV), espaços adaptados para procedimentos sem autorização e produtos com irregularidades, como itens sem registro, fora do prazo de validade ou sem permissão para venda no país.

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Responsáveis pelos estabelecimentos foram conduzidos à delegacia
Responsáveis pelos estabelecimentos foram conduzidos à delegacia – Foto: Reproduçãp / PCBA

Como resultado da fiscalização, quatro clínicas tiveram parte das atividades suspensas pela Vigilância Sanitária. A interdição ficou restrita aos locais onde eram utilizados os equipamentos de bronzeamento artificial. Os responsáveis pelos estabelecimentos foram encaminhados para a unidade policial, onde foram registrados quatro termos circunstanciados de ocorrência.

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A investigação está sob responsabilidade do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), por meio da Delegacia de Defesa do Consumidor (DECON). Segundo o delegado Felipe Motta, titular da unidade, o funcionamento irregular desses equipamentos pode representar riscos à saúde dos consumidores.

Ação encontrou ambientes adaptados e produtos sem autorização para comercialização no país
Ação encontrou ambientes adaptados e produtos sem autorização para comercialização no país – Foto: Reproduçãp / PCBA

De acordo com o delegado, os aparelhos são considerados potencialmente cancerígenos e, quando utilizados fora das normas, podem causar lesões corporais e reações adversas, além dos riscos relacionados ao uso de produtos que não seguem as exigências da Vigilância Sanitária.

A Polícia Civil informou que as apurações continuam para verificar possíveis infrações criminais, administrativas e sanitárias cometidas pelos estabelecimentos fiscalizados.



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