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Imóvel onde Robinho vivia antes da prisão tem redução de R$ 1 milhão

A cobertura onde o ex-atacante da Seleção Brasileira, Robinho, morava antes de ser preso, está sendo vendida por R$ 1,1 milhão mais barata. Anunciado em 2024 no valor de R$ 11 milhões, agora o imóvel pode ser adquirido por R$ 9,99 milhões.

Localizada no bairro Aparecida, em Santos, no litoral de São Paulo, a cobertura de luxo conta com camarim, piscina e vista panorâmica para a praia. O valor inclui os móveis, eletrodomésticos e demais itens que compõem o espaço.

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O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) fica em, aproximadamente, R$ 1,8 mil por mês. Já a taxa de condomínio gira em torno de R$ 6 mil mensais.

O local foi colocado à venda por Vivian Guglielmetti, esposa do ex-jogador, em diferentes imobiliárias. Não há informações sobre a motivação da redução do preço.

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Cobertura conta com 431 metros quadrados

Com 431 metros quadrados, o imóvel, que fica em um condomínio de alto padrão, está divido em dois andares, que contam com:

  • Vista panorâmica para a praia;
  • piscina privativa;
  • área gourmet;
  • três suítes;
  • seis banheiros;
  • dois lavabos;
  • dois closets;
  • camarim;
  • escritório;
  • salas de estar
  • sala de jantar;
  • sala de televisão;
  • dependência de empregada doméstica;
  • portas blindadas;
  • sistema de monitoramento por câmeras;
  • cinco vagas de garagem.

Veja fotos:

Robinho está preso por estupro coletivo

Robinho está preso em território brasileiro desde março de 2024, após ser condenado pela Justiça italiana a nove anos de prisão por estupro coletivo cometido contra uma mulher albanesa em uma boate de Milão, em 2013.

A transferência da execução ocorreu após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) validar o pedido da Justiça italiana, visto que a Constituição Federal veda a extradição de brasileiros natos.

Após o período inicial na Penitenciária 2 de Tremembé, o ex-jogador foi transferido para o Centro de Ressocialização de Limeira, no interior de São Paulo.

Em junho deste ano, a defesa do ex-jogador apresentou novos memoriais ao Supremo Tribunal Federal (STF) contestando a aplicação do regime de crime hediondo na execução de sua pena no Brasil.

O recurso, sob relatoria do ministro Luiz Fux, busca reverter a classificação que impõe restrições mais severas ao cumprimento da pena, como a progressão de regime mais lenta.

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