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Marta Rodrigues critica gestão de Salvador após capital aparecer entre piores em qualidade de vida

A vereadora Marta Rodrigues afirmou, nesta quinta-feira (21), que a crise na saúde pública de Salvador e os dados divulgados pelo IPS Brasil 2026 desmontam o discurso de “boa gestão” atribuído ao grupo político liderado por ACM Neto e pelo prefeito Bruno Reis.

“Eles tentam vender uma imagem de gestão moderna, eficiente e organizada, mas a realidade vivida pela população é completamente diferente. Quando um serviço essencial e constitucional como a saúde pública está precarizado, sucateado e sem capacidade de atender dignamente o povo, cai por terra esse discurso de bons gestores. A maquiagem da propaganda não consegue esconder uma estrutura apodrecida pela falta de prioridade social”, criticou Marta.

A vereadora afirmou que a população enfrenta dificuldades frequentes no atendimento básico de saúde, citando falta de médicos em unidades de saúde da família, superlotação nas UPAs e deficiência na realização de exames.

“A população mais pobre, mulheres gestantes, mães de crianças de colo e idosos são obrigados a buscar atendimento em outras unidades municipais, que também operam no limite. Estão sempre cheias, com filas enormes, profissionais insuficientes e sem conseguir atender à demanda diária por saúde”, afirmou.

Marta também comparou a gestão municipal aos investimentos realizados pelos governos do PT na Bahia na área da saúde pública.

“Com os governos do PT, a Bahia ampliou hospitais, policlínicas, equipamentos e a capacidade de atendimento da população. Enquanto isso, Salvador segue convivendo com unidades superlotadas, falta de profissionais e precarização dos serviços básicos. Isso mostra quem trata saúde como prioridade e quem governa apenas para propaganda”, declarou.

Para a petista, os números do IPS apenas confirmam problemas enfrentados diariamente pela população nas periferias da capital baiana.

“Existe uma Salvador da publicidade institucional e existe a Salvador real, onde as pessoas convivem com postos sem médicos, filas intermináveis, falta de exames, ausência de saneamento e abandono das periferias. O povo sente isso todos os dias”, concluiu.

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