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Segurança nos estádios deve ser feita pela polícia, não por agentes privados, defende João Vítor Xavier

O apresentador do CNN Esportes S/A, João Vítor Xavier, fez uma análise contundente sobre o papel da Polícia Militar nos estádios de Minas Gerais, após o incidente ocorrido na final da Copa do Brasil no último domingo (10), na Arena MRV.

Xavier enfatizou que o problema não envolve torcedores comuns, mas sim “bandidos”, e argumentou que a segurança desses eventos é um assunto para a polícia. Ele explicou que, desde 2012, a polícia em Minas Gerais tem um papel secundário, com a segurança interna sendo realizada por profissionais contratados pelos clubes.

“Não dá para acreditar que alguém que está ali no fim de semana fazendo um bico, um complemento salarial, essa pessoa vai encarar bandidos de frente com bombas, às vezes com pedras, às vezes com paus, que entram nos estádios”, disse o apresentador do CNN Esportes S/A, durante participação no Bastidores.

Desdobramentos e ações das autoridades

João Vítor Xavier também relatou os desdobramentos após o incidente, incluindo a postura do Atlético-MG em reconhecer o problema e as ações das autoridades.

“O Atlético-MG está tratando o assunto com a gravidade que ele tem. Não adianta apenas punir o clube, tem que punir o indivíduo que cometeu uma ação criminal. Esse indivíduo tem que pagar, são 12 detidos [pelos episódios na final da Copa do Brasil]”, afirmou Xavier.

O governo do Estado, através do serviço de inteligência da Polícia Militar, está analisando imagens de 1.200 câmeras para identificar os responsáveis pelos atos de vandalismo.

O apresentador concluiu defendendo uma revisão do processo de segurança nos estádios, com a Polícia Militar retomando o papel de coordenadora e principal responsável pela segurança. Ele argumentou que essa medida é necessária para proteger cidadãos, clubes e garantir a ordem nos eventos esportivos.

“O problema da segurança privada é que ela não tem autoridade e o uso da força da Polícia Militar. Esse tipo de segurança se mostrou incapaz para a realidade do Brasil”, completou.

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