• Home
  • Artigos
  • Salvador terá orçamento de quase R$ 15 bilhões em 2026

Salvador terá orçamento de quase R$ 15 bilhões em 2026

A primeira edição de 2026 do Diário Oficial do Município de Salvador, publicada na segunda-feira, 5, traz a sanção da Lei Orçamentária Anual (LOA) pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil). O orçamento total previsto para o exercício financeiro deste ano é de R$ 14,96 bilhões.

A LOA, aprovada pela Câmara Municipal em dezembro, estabelece a estimativa de receitas e a fixação das despesas da capital baiana, funcionando como o principal instrumento de planejamento da administração municipal.

Tudo sobre Política em primeira mão!

Quanto Salvador espera arrecadar

A Prefeitura de Salvador estima arrecadar R$ 14.963.154.000 em 2026. A maior parte desse montante virá de receitas correntes, que somam R$ 12,05 bilhões.

Dentro desse grupo, os principais destaques são:

  • Impostos, taxas e contribuições de melhoria: R$ 4,99 bilhões, incluindo tributos como IPTU, ISS e ITIV;
  • Transferências correntes: R$ 5,83 bilhões, provenientes principalmente da União e do governo estadual, como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e repasses do SUS;
  • Contribuições: R$ 637,9 milhões;
  • Receita patrimonial: R$ 373,9 milhões, relacionada ao uso e à exploração de bens públicos.

Quanto Salvador pretende gastar

Além de estimar as receitas, a lei sancionada fixa o limite máximo de despesas para 2026.

Conforme determina a legislação fiscal, o total autorizado para gastos corresponde ao valor previsto de arrecadação, de R$ 14,96 bilhões, em respeito ao princípio do equilíbrio orçamentário.

Desse total, R$ 10,54 bilhões serão destinados ao Orçamento Fiscal, que concentra despesas com manutenção da máquina pública, investimentos, pagamento de pessoal e custeio dos órgãos municipais.

Já o Orçamento da Seguridade Social ficará com R$ 4,42 bilhões, voltados às áreas de saúde, previdência e assistência social.

Leia Também:

Empréstimos e receitas de capital

A lei sancionada pelo prefeito Bruno Reis também prevê R$ 2,39 bilhões em receitas de capital, que envolvem recursos extraordinários.

O principal item desse grupo é o volume de operações de crédito, estimado em R$ 1,72 bilhão, indicando a intenção da gestão municipal de recorrer a financiamentos para viabilizar obras e projetos estruturantes.

Além disso, estão previstas:

  • Transferências de capital: R$ 299,5 milhões;
  • Alienação de bens: R$ 5,2 milhões;
  • Outras receitas de capital: R$ 360 milhões.

Outro ponto previsto na lei são as receitas intraorçamentárias, que somam R$ 516,6 milhões e correspondem a movimentações financeiras entre órgãos da própria administração municipal.



VEJA MAIS

Vitória encaminha contratação de zagueiro rebaixado à Série B pelo Sport

O Esporte Clube Vitória encaminhou a contratação do zagueiro canhoto Luan Cândido, de 24 anos…

Jeosafa Carneiro e oposição de Nordestina declaram apoio a Laerte do Vando e Ricardo Maia

O ex-candidato a prefeito de Nordestina e líder da oposição no município, Jeosafa Carneiro, declarou…

Jovem escapa da morte após fugir de cativeiro enquanto criminosos dormiam na Bahia

Uma jovem, de 21 anos, conseguiu escapar de um cativeiro na manhã da última quinta-feira…