A Receita Federal paga nesta sexta-feira, 31, o terceiro lote de restituições do Imposto de Renda 2026. Ao todo, serão liberados R$ 4,61 bilhões para 2,74 milhões de contribuintes.
Desse total, 839.464 restituições serão destinadas a contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via Pix. Outros 507.262 pagamentos contemplam pessoas enquadradas em diferentes critérios legais de prioridade, enquanto 1.396.474 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade.
Calendário de restituições
Os pagamentos do IR 2026 seguem o cronograma abaixo:
- 1º lote: 29 de maio;
- 2º lote: 30 de junho;
- 3º lote: 31 de julho;
- 4º lote: 28 de agosto.
Como consultar a restituição
A consulta pode ser feita na página da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”. Também é possível verificar a situação da declaração pelo portal e-CAC ou pelo aplicativo da Receita Federal para celulares e tablets.
Caso existam pendências, o contribuinte poderá identificar o problema e, se necessário, enviar uma declaração retificadora para corrigir as informações.
E se o pagamento não for realizado?
A Receita Federal informa que a restituição só é depositada em conta bancária de titularidade do contribuinte. Se houver erro nos dados bancários ou algum problema na conta indicada, o crédito não será efetuado.
Nesses casos, o valor poderá ser reagendado pelo Banco do Brasil em até um ano após a primeira tentativa de pagamento, por meio do Portal BB ou da Central de Relacionamento. Se o prazo expirar, será necessário solicitar o resgate pelo portal e-CAC.
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Como saber se caiu na malha fina?
Durante a consulta, o contribuinte também pode verificar se a declaração foi retida na malha fina. Para isso, basta acessar o e-CAC com uma conta gov.br de nível prata ou ouro, entrar em “Declarações e Demonstrativos” e selecionar “Meu Imposto de Renda”.
Se houver inconsistências, a Receita informará a pendência. Quando o erro for do próprio contribuinte, é necessário enviar uma declaração retificadora. Caso a divergência seja de responsabilidade da fonte pagadora ou de terceiros, será preciso aguardar a correção das informações para que a declaração seja liberada.