A derrota sofrida pelo Esporte Clube Vitória diante do Palmeiras, nesta quarta-feira, 29, foi marcada por polêmicas de arbitragem. O lance mais reclamado pelo Leão da Barra envolveu a não expulsão do meia Maurício, que deu cotovelada no zagueiro Cacá.
Na sequência, dois jogadores rubro-negros acabaram expulsos: o próprio Cacá e Luan Cândido. Revoltado, o Vitória cancelou a entrevista do técnico Jair Ventura e o presidente Fábio Mota ficou responsável por falar com a imprensa.
“Noite triste, decepcionante para a torcida que veio aqui. O Brasil viu o jogo, ainda bem que o Brasil viu o jogo. Cacá levou cinco pontos no queixo e não foi por acaso. O árbitro relatou aos jogadores que não foi intencional (cotovelada de Maurício). Intencional ou não, cinco pontos”, iniciou Mota, que relembrou outro jogo polêmico.
“Isso desequilibrou a partida completamente. O Vitória era melhor, tinha 70% de posse de bola, estava fazendo um grande jogo. Houve o desequilíbrio a partir do momento que não teve a expulsão pela agressão feita ao jogador Cacá. Passamos por isso contra o Flamengo, uma situação idêntica, estamos acostumados”, completou.
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Representação contra a arbitragem
Em fala curta, Fábio Mota classificou a situação como “lamentável” e garantiu: o Rubro-Negro vai se manifestar contra a arbitragem e fará representação na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
“Não quero me vitimizar, mas é difícil fazer futebol no Nordeste. Você tem um investimento menor, viaja mais e ainda tem que passar por esse tipo de coisa. É lamentável o que está acontecendo, muito lamentável”.
Em protesto, não vamos fazer coletiva do treinador e zona mista. Estamos soltando uma nota e vamos fazer uma representação. Parabéns aos envolvidos por tudo que aconteceu. Fábio Mota – Presidente do Vitória