Os candidatos à Presidência da República tiveram registradas as primeiras doações de campanha neste período eleitoral. Até o momento, apenas três postulantes ao Palácio do Planalto receberam aportes.
Pelas regras da Justiça Eleitoral, candidatos e partidos têm até 72 horas, contadas a partir do recebimento, para informar as doações financeiras destinadas às campanhas.
Em busca da reeleição, o presidente Lula (PT) recebeu R$ 500 de dois apoiadores. José de Filippi Júnior, ex-prefeito de Diadema (SP) e atual tesoureiro da campanha de Lula doou R$ 300. Já a outra doação foi feita pelo ex-assessor do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira Ferreira (PT), na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Ele doou R$ 200 por meio de transferência eletrônica.
Candidato do Democrata (antigo PMB), o Veterinário Wilson Grassi doou R$ 290 mil para ele mesmo. Foram três lançamentos, um realizado no dia 17 de agosto no valor de R$ 180 mil e dois no dia 18, de R$ 10 mil e R$ 100 mil.
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), foi o postulante a receber o maior valor de doação até o momento. Ele recebeu R$ 1,7 milhão do diretório nacional do Novo em duas parcelas. A primeira foi de R$ 750 mil no dia 10 de agosto e a segundo aconteceu no dia 14, no valor de R$ 1 milhão.
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Jerônimo e ACM Neto recebem primeiras doações
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil) foram os primeiros candidatos ao Governo da Bahia a receberem doações de campanha para as eleições de outubro.
Jerônimo recebeu R$ 50 mil do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores, já ACM Neto (União Brasil) obteve R$ 181 mil da direção do União Brasil na Bahia, mais de três vezes o valor recebido pelo adversário.
Na Bahia, o limite de gastos para os candidatos ao Palácio de Ondina não pode ultrapassar os R$ 17,7 milhões no primeiro turno e de R$ 8, 8 milhões no segundo turno.