Material encontrado também incluía camisas falsificadas da Seleção Brasileira
A Copa do Mundo de 2026 começa no dia 11 de junho e, com ela, colecionadores vão às bancas para comprar figurinhas a fim de completar o tradicional álbum com fotos de jogadores das Seleções participantes. Porém, há golpistas que se aproveitam da situação. Na última quinta-feira (21/5), a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) realizou uma operação que terminou com a apreensão de aproximadamente 200 mil figurinhas falsificadas.
A carga foi encontrada em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, dentro do compartimento de bagagens de um ônibus que seguiria para a capital e cidades da Região Metropolitana. Além dos cromos irregulares, os agentes também localizaram milhares de camisas falsificadas da Seleção Brasileira.
Veja as fotos
Figurinhas apreendidas pela PCERJDivulgação: Ascom/PCERJ

Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) quem fez a apreensãoReprodução: Ascom/PCERJ

Álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 com capa duraDivulgação: Panini

Figurinhas para o álbum da Copa do Mundo de 2026Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Suposto vazamento aponta para ausência de Neymar no álbum de figurinhas da Copa do Mundo 2026Reprodução: Colecionadores de Figurinhas
A ação foi conduzida por equipes da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM). Segundo a corporação, o material recolhido será encaminhado para perícia técnica. Após a análise, os produtos deverão ser destruídos por infringirem direitos de imagem, propriedade intelectual e normas de defesa do consumidor.
As investigações continuam para identificar a origem da produção clandestina, os responsáveis pelo esquema e o destino final da mercadoria. A polícia também tenta mapear como os produtos eram distribuídos no estado.
O caso acontece em meio ao aumento de denúncias envolvendo itens ligados à Copa do Mundo. No Procon de São Paulo, por exemplo, centenas de reclamações relacionadas à venda de produtos temáticos do Mundial foram recebidas desde março, incluindo golpes virtuais, anúncios enganosos, mercadorias falsificadas e problemas na entrega de compras feitas pela internet.