O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), teve negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o pedido para adiar seu julgamento pelo crime de coação.
A solicitação tinha como autora a Defensoria Pública da União (DPU), que faz a defesa do ex-parlamentar, que teve o mandato cassado em 2025. Eduardo, que será julgado nesta terça-feira, 16, tentou argumentar que a Corte não teria condições de analisar o caso, usando como justificativa o desfalque de ministros na Primeira Turma.
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Ao rejeitar o pedido da DPU, Moraes afirmou que a Primeira Turma da Corte terá o quórum mínimo exigido, que é de três ministros.
Entenda a denúncia
O Supremo Tribunal Federal (STF) acatou, em novembro de 2025, a denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República, que versava sobre a atuação do ex-deputado nos Estados Unidos, no episódio sobre o ‘tarifaço’ imposto ao Brasil.
Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde 2025, sob alegação de ser vítima de perseguição de Alexandre de Moraes.