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Marvvila realiza cirurgia para tirar sexto dedo: “Tchau sem vergonha”

A cantora Marvvila revelou, neste sábado, 30, que passou por uma cirurgia para remover a polidactilia, condição que a fez ter um dedo extra na mão desde o nascimento.

Segundo a artista, realizar o procedimento era um sonho antigo, pois ela se sentia envergonhada até para dar tchau. Durante o relato, ela explicou que, mesmo pequeno, o dedo possuía até unha.

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“Queria muito fazer esse procedimento, a vida inteira, que é o sexto dedo. Eu detesto isso aqui, que é herança de família. Hoje vou tirar! Estou nervosa, mas é hoje que vou dar tchau sem vergonha. Que emoção! Adeus sexto dedo. É o fim de uma era”, declarou antes de realizar a cirurgia.

Marvvila já havia revelado publicamente que não se sentia confortável com a condição. Durante participação no Big Brother Brasil 23, a jovem chegou a relatar que o avô, a mãe e os irmãos também contam com o dedo extra.

Na época, ela disse que o dedo foi arrancado ainda na infância, restando apenas um pedaço, que foi retirado neste sábado. A artista realizou o procedimento em consultório médico, com anestesia local e apenas um ponto cirúrgico.

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Polidactilia

A polidactilia é a presença de dedos adicionais nas mãos ou pés, o que pode afetar um ou mais membros. Os tipos mais comuns são as chamadas polidactilia pós-axial ou ulnar, quando acontece perto do mindinho, e a polidactilia pré-axial, quando o dedo extra surge ao lado do polegar.

Esses dedos extras podem ser bastante parecidos fisicamente com os outros, com o mesmo tamanho e formato. No entanto, em alguns casos, a deformidade pode causar o surgimento de dedos mal desenvolvidos, sem estruturas ósseas e/ou articulações, dando a aparência de uma verruga.

A condição geralmente é herdada do pai ou da mãe, e as chances são de 50%. Contudo, alguns casos acontecem sem ocorrências prévias na família.

Estudos garantem que crianças negras costumam ser mais afetadas com a condição no mindinho. Já as brancas e asiáticas têm o dedo extra próximo ao polegar.

Não há riscos de saúde na maioria dos casos e uma pessoa pode conviver com a condição normalmente sem necessidade de tratamentos. O principal problema costuma ser o bullying, principalmente na infância.



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