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Lula planeja agir pessoalmente em nova indicação de Messias ao STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou a aliados que pretende insistir na indicação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo após a rejeição do nome pelo Senado no fim de abril.

Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, Lula avalia que a derrota de Messias representou um desrespeito à prerrogativa constitucional do presidente da República de indicar ministros da Corte. A tendência, de acordo com aliados, é que o petista encaminhe novamente o nome do chefe da AGU ao Senado, embora ainda não tenha definido quando fará isso.

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Messias foi anunciado por Lula para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, em novembro de 2025. O governo, no entanto, demorou para formalizar a indicação e enviar a documentação necessária ao Senado, numa tentativa de reduzir resistências ao nome do ministro.

Nome rejeitado e articulação de Alcolumbre

Apesar da articulação, o plenário do Senado rejeitou a indicação em 29 de abril por 42 votos contrários e 34 favoráveis. Integrantes do governo atribuem a derrota a uma articulação liderada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que defendia a indicação do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) ao STF.

Nos bastidores, senadores afirmam que Alcolumbre trabalhou ativamente contra Messias, chegando a dizer a colegas, por telefone e WhatsApp, que derrotaria o indicado de Lula. A votação marcou a primeira rejeição de um nome para o Supremo em 132 anos.

Aliados do presidente defendiam que outro nome fosse escolhido para evitar novo desgaste político, mas Lula indicou que não pretende recuar da escolha feita no ano passado.

Lula em campo

Segundo o Metrópoles, o presidente também pretende atuar pessoalmente nas negociações políticas para tentar viabilizar a aprovação de Jorge Messias em uma nova sabatina no Senado. Uma das possibilidades em análise é que a nova indicação seja feita apenas após as eleições de outubro.

A relação entre o governo federal e a cúpula do Senado ficou ainda mais desgastada após episódio ocorrido na posse de Nunes Marques como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na última terça-feira (12).

De acordo com aliados do Planalto, Davi Alcolumbre evitou aplaudir Jorge Messias durante a cerimônia.



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