• Home
  • Cidades
  • Depósito de bebidas na Pituba investigado por venda de produtos vencidos

Depósito de bebidas na Pituba investigado por venda de produtos vencidos

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriu um inquérito para investigar possíveis irregularidades na venda de bebidas pelo depósito Pinguim 24H, localizado na Pituba, em Salvador.

A investigação foi aberta por meio de uma portaria assinada pelo promotor de Justiça, Saulo Mattos, da 4ª Promotoria de Justiça do Consumidor de Salvador, após fiscalizações constatarem a comercialização de produtos em desacordo com as normas de proteção à saúde do consumidor.

Tudo sobre Salvador em primeira mão! Entre no canal do WhatsApp.

Entre as principais irregularidades investigadas estão:

  • Produtos vencidos e sem procedência: exposição à venda de bebidas com prazo de validade expirado, além de garrafas e recipientes sem identificação de fabricante, composição, lote ou data de fabricação.
  • Infrações sanitárias e estruturais: inadequações operacionais e higiênico-sanitárias identificadas pela Vigilância Sanitária (VISA).
  • Falta de exemplar do CDC: ausência do Código de Defesa do Consumidor em local visível e de fácil acesso aos clientes.

O caso também envolve uma bebida alcoólica chamada “suco de confusão”.

O MP-BA quer verificar a composição do produto, o teor alcoólico, onde e por quem ele é produzido e se há registro ou autorização exigidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Fachada do Grupo Pinguim, registrado como Pinguim 24h
Fachada do Grupo Pinguim, registrado como Pinguim 24h – Foto: Divulgação

Notificação e fiscalização

Na ação, o promotor Murilo Mattos determinou a notificação da empresa para apresentar alvará, licença sanitária vigente e esclarecimentos detalhados sobre a origem das bebidas vencidas, além da comprovação de descarte dos produtos impróprios.

O MP-BA também oficiou órgãos como a Vigilância Sanitária de Salvador, o Procon-BA e a Codecon para verificar o cumprimento de adequações estruturais, a situação dos processos administrativos e a realização de novas inspeções no local.

Os órgãos deverão informar se existem reclamações, denúncias, fiscalizações, autos de infração ou processos administrativos envolvendo o estabelecimento nos últimos três anos.

Leia Também:

Prazo para resposta da empresa

A empresa terá 15 dias úteis, após ser notificada, para apresentar documentos e prestar esclarecimentos ao Ministério Público.

A TARDE entrou em contato com a empresa para saber se já havia sido notificada e pediu um posicionamento em relação aos fatos. A reportagem aguarda retorno.

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

VEJA MAIS

Lula responde a Flávio Bolsonaro sobre Moraes no STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) respondeu às declarações do senador Flávio Bolsonaro…

Hospital Municipal de Salvador realiza mutirão com 60 vagas para pequenas cirurgias

O Hospital Municipal de Salvador (HMS) realiza, no dia 26 de setembro, um mutirão de…

“Tentativa de proteger Moraes”, diz Flávio sobre sessão do STF

O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), avaliou como “positiva” a sessão do…