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Ceni precisa ser demitido… e antes pedir desculpas a Juba e torcedores

Seguindo o roteiro esperado há algumas semanas, desde a derrota na Fonte Nova, o Bahia não conseguiu reagir diante do Remo e foi eliminado na Copa do Brasil.

Questionado pela falta de soluções, Rogério Ceni quis mudar o roteiro e decidiu uma nova formação tática. Mas o que se viu em campo foi assustador e feioso, como se o treinador fosse o próprio Frankenstein dando vida ao seu monstro.

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Por algum motivo que somente ele pode explicar, Rogério Ceni recuou Luciano Juba como um terceiro zagueiro do Bahia. Na lista dos 55 da seleção brasileira, o lateral/meia soma 8 gols na temporada e vinha de 3 jogos seguidos balançando a rede. Ora, faz sentido afastar o seu jogador mais eficaz da área rival? Um jogador que nem é conhecido por ter marcação como ponto forte.

Enquanto Juba foi reduzido a um zagueiro que poderia melhorar a saída de bola, o torcedor do Bahia foi obrigado a assistir em campo Iago Borduchi, lateral reserva e contratação completamente questionável do Grupo City, como um ala. Ele completou 12 ações com a bola em todo o primeiro tempo, sempre em passes para o lado.

O Bahia esteve capenga, forçou jogo pela direita com Kike Olivera. Que mais lembra os pesadelos Rossi e Vitor Jacaré no seu jeito de jogar. Alô Grupo City, essa é a mudança de patamar?

Os zagueiros David Duarte e Marcos Victor viraram armadores. Acevedo e Erick atacaram a área desordenadamente e Iago Borduchi seguiu isolado na amplitude da esquerda sendo figurante. Luciano Juba jogou 80 minutos como zagueiro, enquanto o meio de campo foi inoperante com os irreconhecíveis Jean Lucas e Everton Ribeiro.

Absolutamente ninguem jogou bem e o Remo ainda conseguiu dar esperanças aos mais confiantes torcedores do Bahia tamanha sua própria deficiência técnica. Um pouco mais de organização ou sorte nos gols anulados e monstrengo de Ceni avançaria. Mas no final, foi a terceira derrota para o time paraense pouco acostumado a disputar a elite do futebol brasileiro.

É bem verdade, o material humano entregue a Rogério Ceni em 2026 é muito ruim e o treinador conseguiu até mesmo resultados acima do esperado por um tempo. Mas o final da linha chegou, e como Frankenstein, o treinador sucumbiu ao seu monstro.



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