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Bahia ocupa 4º lugar em assédio eleitoral; saiba como denunciar

A Bahia registrou 94 denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho em 2026 e ocupa a quarta posição entre os estados com mais registros desse tipo. Os dados são do Ministério Público do Trabalho (MPT) e consideram as notificações recebidas até as 17h de 26 de outubro.

No segundo turno, o TRT-BA concedeu decisões urgentes em ações do MPT para garantir o direito ao voto livre.

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São Paulo lidera o levantamento, com 363 denúncias, seguido por Minas Gerais, com 217, e Rio de Janeiro, com 171

Ao todo, o Ministério Público do Trabalho (MPT) contabilizou 2.009 denúncias de assédio eleitoral em todo o país em 2026, até as 17h desta segunda-feira, 26.

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Desse total, 1.190 registros foram feitos em outubro, o que representa um aumento de 115,6% em comparação com setembro, quando o órgão recebeu 552 denúncias. Os relatos registrados neste mês correspondem a aproximadamente 59,2% do total acumulado ao longo do ano.

Como denunciar assédio eleitoral?

Trabalhadores que presenciarem ou forem vítimas de assédio eleitoral podem registrar uma denúncia junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), por meio dos canais oficiais do órgão.

Para formalizar o relato, é importante informar detalhes sobre o ocorrido, como local, data, pessoas envolvidas e descrição da conduta. Mensagens, e-mails, gravações e outros documentos que ajudem a demonstrar os fatos também podem ser apresentados, quando disponíveis.

A denúncia pode ser feita pelo portal oficial do MPT, na área destinada a denúncias: https://mpt.mp.br/

O que é assédio eleitoral no trabalho?

O assédio eleitoral ocorre quando alguém utiliza pressão, ameaça, constrangimento ou outras formas de coação para interferir na escolha política de outra pessoa no ambiente profissional. A prática pode envolver empregadores, superiores hierárquicos ou colegas de trabalho.

Entre as situações que podem caracterizar esse tipo de conduta estão ameaçar demitir funcionários por causa de suas escolhas políticas, prometer benefícios em troca de votos ou pressionar trabalhadores a participar de atos de campanha.

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