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Anvisa tira de circulação perfume amado no Brasil e faz alerta aos consumidores

Um perfume árabe comercializado no Brasil entrou na lista de produtos proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão determinou a retirada do mercado do Perfume Árabe Asada 100ml Eau de Parfum Masculino, além de proibir sua fabricação, distribuição, propaganda e uso por falta de autorização sanitária.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e, segundo a Anvisa, o produto era fabricado por uma empresa sem identificação, o que inviabiliza a comprovação da sua origem e do cumprimento das exigências de segurança previstas para cosméticos vendidos no país.

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A medida gerou dúvidas entre consumidores por causa da semelhança do nome com o perfume Asad, da marca Lattafa. No entanto, a distribuidora oficial da fragrância esclareceu que o produto original continua autorizado para comercialização. Conforme a empresa, o item proibido é uma cópia irregular, criada para se parecer com a versão legítima.

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Outros coesméticos retirados

A operação da Anvisa não se limitou ao perfume. O órgão também retirou de circulação outros cosméticos considerados irregulares, incluindo unidades falsificadas do Profuse Nutrel Suavizante Balm. A fabricante, Aché Laboratórios Farmacêuticos, informou que não reconhece os produtos apreendidos e apontou diferenças na embalagem e na formulação em comparação com o original. Outros itens foram:

  • Shampoos;
  • alisantes;
  • tinturas;
  • pastas modeladoras

Em alguns casos, as empresas utilizavam fórmulas diferentes das aprovadas pela agência. Em outros, foram identificadas falhas no registro, na rotulagem ou na identificação do fabricante.

Além da retirada dos produtos, a Anvisa determinou a suspensão das atividades de uma fabricante de cosméticos por descumprimento das normas sanitárias.

As medidas foram oficializadas por meio das Resoluções RE nº 2.896, 2.897, 2.898, 2.899 e 2.902. A agência alerta que a fabricação e a comercialização de produtos interditados configuram infração sanitária e podem gerar sanções administrativas.



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