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Afinal, piolho nasce da lêndea? Entenda reprodução, transmissão e prevenção


Fala de Pedro Scooby em meio à discussão com Luana Piovani levantou dúvidas sobre como ocorre a infestação

A troca pública de acusações entre Pedro Scooby e Luana Piovani sobre os piolhos encontrados na filha do ex-casal acabou levantando uma dúvida bastante comum: afinal, o piolho realmente “nasce da lêndea”, como afirmou o surfista? Segundo o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), sim. As lêndeas são os ovos do piolho e ficam aderidas aos fios de cabelo. Depois de eclodirem, dão origem aos insetos jovens, que posteriormente se tornam adultos e continuam o ciclo da infestação.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) aponta que os ovos costumam levar de seis a nove dias para eclodir. Depois disso, os piolhos jovens levam aproximadamente mais uma semana para chegar à fase adulta.

Veja as fotos

Crédito: Reprodução Instagram @luapio

Luana Piovani mostrou situação dos filhos e criticou cuidados de Pedro ScoobyCrédito: Reprodução Instagram @luapio

Foto: Reprodução/Instagram @luapio

Luana Piovani expõe situação dos filhos e critica cuidados de Pedro ScoobyFoto: Reprodução/Instagram @luapio

Crédito: Reprodução Instagram @pedroscooby

Pedro ScoobyCrédito: Reprodução Instagram @pedroscooby

Fotos: Reprodução/Instagram Stories @pedroscooby

Pedro Scooby volta a rebater Luana Piovani em públicoFotos: Reprodução/Instagram Stories @pedroscooby

Foto: Reprodução/Instagram @luapio

Luana Piovani expõe print de conversa com Cíntia Dicker sobre piolho em filhaFoto: Reprodução/Instagram @luapio


Como se pega piolho?

A pediculose, nome dado à infestação por piolhos, não está relacionada à falta de higiene, condição financeira ou comportamento. De acordo com o IOC, qualquer pessoa pode ser infestada, mesmo que lave os cabelos diariamente. A principal forma de transmissão é o contato próximo entre a cabeça ou os cabelos de uma pessoa infestada e outra pessoa. O compartilhamento de objetos como pentes, escovas, toalhas, roupas, bonés e lençóis também pode favorecer a transmissão.

Apesar de um mito comum, o piolho não pula nem voa. O inseto se desloca caminhando pelos fios de cabelo e passa de uma pessoa para outra principalmente quando existe contato próximo. Entre os principais sinais estão coceira intensa no couro cabeludo, especialmente na nuca e atrás das orelhas, além da presença dos próprios insetos ou de pequenos pontos esbranquiçados ou amarelados presos aos fios (as lêndeas).

A coceira pode provocar feridas e, em alguns casos, favorecer infecções secundárias. O IOC recomenda examinar regularmente o couro cabeludo das crianças, principalmente quando houver casos na escola ou dentro de casa.

Como tratar?

Segundo o instituto, o pente fino usado diariamente é uma das formas mais simples e eficazes de remover tanto os piolhos quanto as lêndeas e interromper o ciclo da infestação. O pente deve ser passado desde o couro cabeludo até as pontas dos fios. Medicamentos e produtos químicos não devem ser utilizados sem orientação de um profissional de saúde. O IOC alerta que inseticidas e outras receitas caseiras inadequadas podem ser tóxicos e não necessariamente eliminam as lêndeas.

Para ajudar a prevenir a transmissão, a recomendação é evitar compartilhar objetos de uso pessoal e manter atenção ao couro cabeludo, sobretudo entre crianças em idade escolar.



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