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Especialista explica diagnóstico da filha de Chaiany; condição levou à perda de um rim


A ex-sister revelou que Lara foi diagnosticada com hidronefrose ainda bebê e hoje vive com apenas um rim

Pela primeira vez, Chaiany falou sobre o problema de saúde enfrentado pela filha, Lara, hoje com 10 anos. Em entrevista à revista Quem, a ex-BBB revelou que a menina foi diagnosticada com hidronefrose quando tinha um ano e, atualmente, convive com apenas um rim. Diante da repercussão, o portal LeoDias consultou um especialista para explicar a condição, seus possíveis riscos e os cuidados.

Em entrevista ao portal, a Dra. Daphnne Camaroske Lopes, nefrologista pela Sociedade Brasileira de Nefrologia, contou que a hidronefrose ocorre quando o rim fica dilatado porque a urina não consegue sair normalmente para a bexiga, geralmente por causa de uma obstrução. Esse acúmulo pode comprometer o funcionamento do órgão com o tempo, como aconteceu com Lara.

Veja as fotos

Crédito: Reprodução Instagram

Chaiany e a filha, LaraCrédito: Reprodução Instagram

Crédito: Reprodução Globo

Chaiany do “BBB26”Crédito: Reprodução Globo

Crédito: Reprodução Globoplay

Chaiany do “BBB26”Crédito: Reprodução Globoplay

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Chaiany do “BBB26”Crédito: Reprodução Globoplay

Crédito: Divulgação Globo

Chaiany do “BBB26”Crédito: Divulgação Globo


Segundo a médica, as causas mais comuns são alterações anatômicas do trato urinário, que dificultam a saída da urina do rim, ou causam o retorno da urina da bexiga para os rins. Também podem existir malformações congênitas, como Chaiany explicou ter acontecido com Lara, que nasceu com uma malformação no rim esquerdo e passou a lidar com os sintomas com poucos meses de vida.

A especialista explicou, ainda, quais sinais de alerta podem ser observados pelos pais: “Muitos casos são assintomáticos no início, principalmente quando leves. Mas alguns sinais de alerta incluem infecções urinárias de repetição, febre sem causa aparente, dor abdominal ou lombar, irritabilidade, dificuldade para ganhar peso e, em casos mais avançados, alteração no volume urinário”.

Além disso, Camaroske alertou que, quando não tratada adequadamente, pode haver impacto permanente na saúde da criança. “Nesses cenários, pode haver perda significativa da função renal ou evolução para infecção generalizada, que são situações potencialmente graves”, afirmou. A médica também explicou que atualmente existem opções de tratamento disponíveis para a hidronefrose infantil.

De acordo com a nefrologista, o tratamento depende da causa e da gravidade. “Casos leves podem ser apenas acompanhados com exames periódicos, e em algumas situações melhoram com o crescimento da criança. Em algumas situações, utiliza-se antibiótico preventivo para evitar infecções. Já nos casos moderados a graves, pode ser necessário tratamento cirúrgico para corrigir a obstrução ou o refluxo”, destacou.

No caso de Lara, ela passou por uma cirurgia e hoje convive com apenas um rim, mas Chaiany explicou que o procedimento melhorou muito a vida da filha: “Foi a salvação. Aquilo foi coisa de Deus, porque meu pai ia vender a roça para conseguir pagar a cirurgia, e a gente não tinha condição, não tinha para onde correr”.



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