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São Paulo pede fim de inquérito envolvendo dirigentes; MP nega e mantém investigação

O São Paulo formalizou, nos últimos dias, uma ação jurídica para tentar interromper a investigação conduzida pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP). A Promotoria, no entanto, decidiu manter a apuração em andamento, que envolve dirigentes atuais e também o ex-presidente Julio Casares.

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O recurso foi protocolado no fim de abril e questiona tanto a abertura quanto a ampliação do inquérito civil. Nos documentos, o clube sustenta que, por se tratar de uma entidade privada que não utiliza recursos públicos, a atuação do Ministério Público deveria ter limites mais restritos, especialmente em questões relacionadas à gestão interna.

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Presidente do São Paulo Julio CasaresReprodução/Instagram: @sãopaulofc

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Com base nesse entendimento, o São Paulo solicita o arquivamento do procedimento, alegando ausência de justa causa para a continuidade das investigações. Como alternativa, caso o pedido principal não seja acolhido, o clube requer a limitação do escopo do inquérito aos pontos originais definidos na abertura, excluindo temas que considera fora da competência da Promotoria.

Ainda na argumentação, o clube critica a condução do processo, apontando que o inquérito teria extrapolado seu objetivo inicial e passado a incorporar questões internas, como decisões administrativas, relações entre dirigentes e aspectos estruturais da instituição. Segundo a defesa, esses temas deveriam ser tratados internamente ou, quando necessário, no âmbito da Justiça comum.

Paralelamente, Julio Casares também apresentou pedido de arquivamento. A defesa do dirigente segue linha semelhante à adotada pelo clube, afirmando que as suspeitas não se baseiam em provas concretas e que o caso teria origem em disputas políticas internas.

No posicionamento, Casares argumenta ainda que decisões administrativas e financeiras do São Paulo são tomadas de forma colegiada, conforme previsto no estatuto, e não de maneira individual, reforçando a tese de que não haveria necessidade de intervenção externa.

Apesar das manifestações apresentadas, o Ministério Público optou por manter a investigação ativa, dando sequência à apuração sobre possíveis irregularidades na condução administrativa do clube.

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