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“Há respeito recíproco”, diz Eliziane Gama sobre Pacheco apoiar Alcolumbre

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) lançou ontem (31) a pré-candidatura à Presidência do Senado, hoje comandada por Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e comentou sobre o fato de não obter apoio do colega de partido e chefe da Casa.

A cadeira mais alta do Legislativo vai ser disputada em fevereiro de 2025 e, até o momento, tem três pré-candidatos: Davi Alcolumbre (União-AP), Marcos Pontes (PL-SP) e Eliziane Gama (PSD-MG).

À CNN, Rodrigo Pacheco, que é do mesmo partido de Eliziane Gama, afirmou que não deve apoiá-la na disputa, mas, sim, Davi Alcolumbre.

Gama afirmou à CNN que, antes de lançar a pré-candidatura, já havia conversado com o atual presidente do Senado.

“Eu e o presidente Pacheco já conversamos sobre o processo de sucessão na Mesa Diretora e há respeito recíproco sobre o que cada um pensa sobre isso”, disse a senadora.

Eliziane diz ainda que espera conseguir a confiança do partido para ser indicada como candidata oficialmente.

“Ontem formalizei à bancada o meu desejo de ser indicada para disputar essa corrida e ser a primeira mulher a presidir a instituição que tem 200 anos. Peço, primeiramente, a confiança do PSD que é o maior partido do Brasil, a maior bancada do Senado e que tem ainda muito a fazer pelo povo brasileiro”, afirmou Gama.

Apoio de Pacheco

Em declaração feita ontem (31), durante o XXVII Congresso Internacional de Direito Constitucional, do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Rodrigo Pacheco afirmou que tem “posição de apoio” à candidatura de Davi Alcolumbre (União-AP).

“Ela [Eliziane Gama] faz uma ressalva em relação à minha posição, porque sabe da minha posição de apoio ao presidente Davi Alcolumbre. Mas é evidente: caso ela deseje ser candidata, terá de minha parte todo o respeito para que seja mais correto possível o processo de disputa. E que vença aquele que tiver mais votos”, declarou o presidente do Senado.

O tema será debatido pelo PSD na próxima terça-feira (5). O grupo é composto por 15 congressistas e é o maior do Senado.

Com informações de Rebeca Borges e Carol Rosito, da CNN

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