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Estêvão avalia tratamento alternativo para antecipar retorno e jogar na Copa do Mundo

Possibilidade de recuperação fora do protocolo tradicional entra no radar da equipe enquanto prazo convencional reduz chances de convocação

A busca por um caminho diferente no processo de recuperação colocou Estêvão diante de uma alternativa fora do padrão médico habitual. De acordo com a apuração da ESPN, com o tempo considerado determinante para a presença na Copa do Mundo, o equipe do jogador passou a avaliar, a possibilidade de realização de um tratamento alternativo em Doha, no Catar, como forma de reduzir o prazo de retorno.

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A decisão ocorre após uma lesão muscular grave na coxa direita, com comprometimento de cerca de 80% da região afetada, mas sem ruptura total. Sem cirurgia — opção inicialmente discutida com o Chelsea e posteriormente descartada —, o tratamento convencional indicaria um período de recuperação entre 12 e 16 semanas.

Veja as fotos

Estêvão, atacante da Seleção Brasileira, no amistoso contra SenegalFoto: Rafael Ribeiro/CBF

Reprodução/Instagram: @chelsea

Estevão marca primeiro gol com a camisa do ChelseaReprodução/Instagram: @chelsea

FOTO: @rafaelribeirorio / CBF

Estêvão dá show e marca duas vezes com a camisa da Seleção BrasileiraFOTO: @rafaelribeirorio / CBF


Esse intervalo é considerado incompatível com o calendário da Seleção Brasileira, o que levou à análise de métodos alternativos que, em caso de resposta positiva, poderiam encurtar o tempo de recuperação para algo entre quatro e cinco semanas.

O cenário ainda não está definido, mas a possibilidade de deslocamento ao Catar passou a ser tratada como uma das principais vias para manter chances de participação no Mundial. A estratégia, no entanto, envolve divergência sobre o local ideal para condução do tratamento.

O Chelsea defende a permanência do atleta em Londres, sob acompanhamento direto do departamento médico do clube. Já o estafe do jogador prioriza a realização do processo fora da Inglaterra, seja em Doha ou no Brasil, em proximidade com a CBF.

Ainda segundo a ESPN, pessoas envolvidas no acompanhamento do caso classificam como “muito pequena” a chance de recuperação dentro do prazo convencional. Mesmo assim, o jogador mantém a tentativa de explorar todas as alternativas disponíveis para reverter o cenário.

A CBF aguarda a definição sobre o método a ser adotado para avaliar as condições de uma eventual convocação. Existe a possibilidade de que, a depender da evolução clínica, o atleta só reúna condições físicas em uma fase mais avançada da competição.

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