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Protetora pede ajuda para manter tratamento de cão baleado

Em entrevista ao Bahia no Ar, Bianca Pereira explica as necessidades do animal, que ficou paraplégico após o crime

Em mais uma situação espantosa, um cachorro foi baleado em Camaçari e agora precisa de um tratamento especial após ficar paraplégico. O fato foi registrado na localidade do Jaraguá, deixando populares estarrecidos pelo nível de violência contra o animal, e agora a cuidadora busca recursos para cuidá-lo, através de uma campanha de doação.

Em entrevista ao Bahia no Ar, a protetora Bianca Pereira relatou sobre o ocorrido com o pet, que carinhosamente recebeu o apelido de ‘Branquinho’, e quais são os próximos passos para a sua recuperação.

De acordo com ela, o cachorro foi alvejado com um tiro no último dia 13 e logo socorrido por um homem que, acompanhado da esposa, o entregou em uma clínica já alegando que não poderia cuidar. Desde então, é ela a responsável por monitorar o animal, fazendo exames e procedimentos necessários.

“Além de ter ficado paraplégico, que vai requerer agora fisioterapia e acupuntura, ele também tem problemas renais e precisa de acompanhamento regular com nefrologista [especialidade em rins], que tem só em Salvador, além de neurologista e ortopedista. A ração e dieta dele também é específica por causa desse problema. São muitas coisas”, explicou.

Em relação aos valores, Bianca acredita que, mensalmente, poderá ultrapassar os R$3 mil, visto que há uma lista de ações para a melhoria do bichinho. “Os cuidados médicos e alimentação devem chegar na faixa de R$1720. Isso sem pensar nos atendimentos emergenciais e medicamentos que ele pode precisar, além de fraldas, coisinhas para higiene, que são os gastos um pouco menores comparados ao resto”, destacou ela.

Ao ser questionada sobre o porquê de ter assumido tamanha responsabilidade, já que há outros animais sob tutela de seu projeto, o ‘Adote um Amor’, a protetora ressaltou que não conseguiria ignorar o caso, por conta do quadro delicado de Branquinho e que não teria ninguém para cuidar.

“Ele precisava passar com urgência por médicos e não estava tendo agilidade, foi quando decidi tomar a frente da ação. Já fui e voltei com ele várias vezes para Salvador, em uma dessas solicitaram transfusão sanguínea. Corri para pedir doações e conseguir fazer. Foi preciso, se não iríamos perdê-lo”, contou Bianca ao relembrar todo o processo nos últimos dias.

Como doar

Para que esse trabalho prossiga em prol do cachorro Branquinho, Bianca criou uma campanha para manter estes gastos, que serão recorrentes. As doações podem ser feitas através da chave Pix: [email protected].

Para mais informações, acesse o Instagram do projeto Adote um Amor ou entre contato pelo WhatsApp, de número (71) 98231-4013.

Foto: Reprodução

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