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Alerta para Ancelotti? Nova lesão de Militão deixará zagueiro “no limite” para ir à Copa

Zagueiro do Real Madrid desfalca clube por até seis semanas e entra no radar da comissão técnica brasileira para montagem do elenco

A lesão de Éder Militão acendeu um sinal de atenção no planejamento da Seleção Brasileira visando a Copa do Mundo. O defensor do Real Madrid teve diagnosticado um problema muscular no bíceps femoral da perna esquerda, com previsão de recuperação entre três e seis semanas, conforme comunicado oficial divulgado pelo clube nesta quinta-feira (23/4).

ASSISTA AO ATUALIZA JÁ ESPORTE DE HOJE (23/04)

“Após exames realizados hoje pelo Serviço Médico do Real Madrid em nosso jogador Éder Militão, foi diagnosticada uma lesão muscular no bíceps femoral da perna esquerda. Sua recuperação será acompanhada”, diz o comunicado do clube.

Veja as fotos

Éder Militão no treino da seleção brasileira, em Seul, na Coreia do SulFoto: Rafael Ribeiro/CBF

Éder Militão deixa o gramado após sofrer nova lesão pelo Real Madrid / Reprodução: ESPN e Disney+

Éder Militão deixa o gramado após sofrer nova lesão pelo Real Madrid / Reprodução: ESPN e Disney+

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Éder Militão no treino da seleção brasileira, em Seul, na Coreia do SulFoto: Rafael Ribeiro/CBF


O episódio ocorreu durante a partida contra o Alavés, pela La Liga. O zagueiro sentiu o desconforto após tentar finalizar um cruzamento de Jude Bellingham, caiu no gramado e foi substituído por Antonio Rüdiger, deixando o campo com dificuldades na movimentação.

A situação ganha relevância no contexto da montagem do elenco comandado por Carlo Ancelotti, que observa o desempenho e a condição física dos jogadores em fase decisiva antes da definição do grupo para o Mundial. Militão é considerado uma das opções frequentes no sistema defensivo e vinha de um período recente de recuperação após uma lesão mais grave na mesma região.

Apesar do novo problema ser classificado como de menor grau, o histórico recente exige acompanhamento na retomada das atividades, com controle de carga e adaptação progressiva ao ritmo competitivo. Em cenários de estiramento, o afastamento pode ser de cerca de três semanas, enquanto uma ruptura parcial pode estender o prazo para até seis semanas.

O cenário reforça o monitoramento constante da comissão técnica brasileira sobre atletas em recuperação, em um momento decisivo de avaliação para a formação do elenco que disputará o torneio internacional.

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