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Porteira agredida a capacetadas quebra o silêncio: “Temo pela minha vida”

A porteira Andréia, funcionária de um condomínio no bairro Jardim das Margaridas, em Salvador, falou pela primeira vez após ser agredida com golpes de capacete por um colega de trabalho. O ataque, registrado por câmeras de segurança, ocorreu depois que ela se recusou a abrir um portão para que o funcionário saísse pela contramão.

Em entrevista à Record Bahia, Andréia contou que tudo começou quando o colega insistiu em utilizar uma saída irregular dentro do condomínio. “Eu disse que não podia abrir, que não era autorizada. Aí ele se alterou e disse que eu estava atrasando o lado dele”, relatou.

Minutos depois, o homem pegou o próprio capacete e desferiu vários golpes contra a cabeça dela. Ele se apresentou em uma delegacia, prestou depoimento e foi liberado em seguida. Andréia afirma que teme pela própria segurança, já que o colega mora no mesmo bairro e conhece a rotina dela. Desde o episódio, ela está afastada das atividades no condomínio.

“Foi um susto enorme. Ainda não durmo direito, tenho sonhos ruins e fico revivendo aquela agressão gratuita. Ele disse que resolve as coisas dessa forma, porque ele é ‘homem’”, disse.

Ela explicou que não trabalhava diretamente com o agressor, mas que naquele dia estava cobrindo o turno de um colega após uma permuta. O caso foi registrado como lesão corporal e ameaça.



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